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O Brasil que nós queremos: unidos pelo fim do contrabando



O Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (IDESF), entidade membro do Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, realizou nesta quarta-feira o lançamento da campanha de alcance nacional “O Brasil que nós queremos”. O objetivo é celebrar a união de forças entre o a sociedade civil e os governos para construção de um novo país, com mais empregos, renda, arrecadação e focado no combate ao contrabando. Neste dia também estão sendo realizadas ações em Brasília e São Paulo.

Em 2016, essa atividade criminosa gerou perdas para o país da ordem de R$ 130 bilhões, valor somado das perdas da indústria, sonegação de impostos e o aumento de gastos em áreas como segurança e saúde. Armas, drogas e cigarros ilegais têm fomentado o crescimento das atividades criminosas e a violência em todo o Brasil.

Durante o evento, o presidente do Idesf, Luciano Barros, antecipou dados do estudo que comprova que o combate ao contrabando de cigarros, setor mais afetado pelo problema, pode aumentar a arrecadação de IPI. “Dados preliminares do estudo já nos mostram que se o governo federal combater apenas o mercado ilegal de cigarros, é possível aumentar a arrecadação em até 35%, o que significaria um incremento de até R$ 2 bilhões ao ano” afirmou Barros.

O evento contou com a participação para explanação do Auditor da Receita Federal, Hipólito Caplan, o Delegado da Polícia Federal, Fabiano Bordignon, o Inspetor da Polícia Rodoviária Federal, Williams Felix, o Procurador do Ministério Público Federal, Alexandre Collares Barbosa, o Juiz da Vara Criminal da Justiça Federal, Edilberto Barbosa Clementino e o representante da P&D Brasil, Eduardo Candanedo.

Também estiveram presentes o Procurador do Ministério Público Federal, Lucas Bertinato Maron, o Presidente da Associação Comercial de Foz do Iguaçu, Leandro Costa, o representante da Empresa Souza Cruz, Ignácio Loureiro, representantes de empresas do comércio e entidades em Foz do Iguaçu e a sociedade civil organizada.

Ao final do evento, Luciano Barros anunciou a assinatura, em Brasília, de um protocolo de intenções entre o Ministério da Justiça, a Frente Parlamentar Mista de Combate ao Contrabando e à Falsificação e o Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro - coalizão formada por mais de 70 entidades representativas de setores afetados pela ilegalidade - que tem como objetivo criar condições de que o governo federal e a sociedade civil possam unir forças para o combate à ilegalidade no Brasil. “Além dos benefícios econômicos que a queda do contrabando traz, há impacto direto na melhoria das condições de vida da população como emprego, moradia, educação, saúde e segurança. ”

Após a cerimônia foi realizada a destruição de produtos contrabandeados apreendidos pela Receita Federal e que trazem graves riscos para a saúde e segurança dos brasileiros. A Receita Federal em Foz do Iguaçu destrói, todos os meses, cerca de 180 toneladas de cigarros contrabandeados, uma média de 750 caixas com 500 maços todos os dias.

Fonte: IDESF

 

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